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Visitantes, notaram que este bloguinho é um tanto enamorado, né?! Pois é...eu AAAAAMMMMOOO Meu Amor e este bloguinho é todinho dedicado a ele!!!
Entrei numa dieta de proteínas para me preparar para o verão. Para dar certo, fiquei mais de uma hora passando os "pode" e os "não-pode" para a minha mãe. E, claro, ela consegue estragar tudo, sempre com a melhor das intenções. Foi no mercado e me volta toda sorridente, como se tivesse achado a solução dos meus problemas.
Fui ao médico recentemente e durante aquele papo furado de consulta ele me confessou que queria mandar a secretária embora, mas que estava com medo que ela cometesse alguma atitude impensada ao receber a notícia. O motivo? Ela demonstrava certos problemas de aceitação própria. Para tudo que ele falava, ela respondia de maneira bem subestimada:
Pensamentos insólitos, insensatez desconexa que polula em nossas mentes, ou ainda, como diria Clarisse Lispector, fluxo de pensamento:
Embora de uso corrente, sobretudo fora dos meios acadêmicos, enfarte não é o mesmo que infarto.
Idel Becker e Mangabeira Albernaz, ambos médicos e filólogos, estudaram detidamente esta questão e concluiram pelo que acabamos de afirmar.[1][2]
O termo infarto já existia na língua portuguesa muito antes de enfarte, constando dos dicionários de Domingos Vieira[3] e de Correia de Lacerda [4]. Somente a partir de 1881, com a publicação do dicionário de Caldas Aulete [5] começa a aparecer a forma enfarte com o mesmo sentido de infarto.
Infarto vem do latim infarctus e não de fartar ou enfartar, como entendem alguns autores.
Pedro Pinto, que grafa enfarto em lugar de infarto, diz: "É errônea a terminação e adotada a conta de étimo fantástico. Não se liga ao verbo enfartar e sim ao latim infarctus".[6]
Dentre os léxicos brasileiros, um dos poucos que define corretamente enfarte e infarto é o de Silveira Bueno. Nele encontramos:
"ENFARTE - s.m. Engorgitamento, repleção excessiva".
"INFARTO - s.m.. Área necrosada de um tecido por falta de circulação".[7]
Também o Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, editado pelo Ministério da Educação, esclarece suficientemente a questão. Lê-se no citado dicionário:
"ENFARTE, s.m. Ingurgitamento; inchação, o mesmo que enfartação e enfartamento; (Med.) divulgou-se amplamente essa designação para mencionar a necrose em conseqüência de supressão da circulação de um território vascular, que mais propriamente se deverá dizer infarto".
"INFARTO, s.m. (Med.) Área hemorrágica ou necrótica por falta de circulação. Embora o Vocabulário da Academia Brasileira de Letras consigne somente enfarte, é de se adotar para este sentido exclusivamente a forma infarto, que corresponde exatamente ao quadro histopatológico que se quer designar, ao passo que enfarte significa ingurgitamento, inchação".[8]
Quando o latim era a língua adotada em textos científicos, o termo infarctus designava uma consolidação de humores em uma parte do corpo.[9] Foi somente após os trabalhos de Virchow sobre trombose e embolia (1856) que infarto passou a ser empregado para caracterizar a lesão necrótica do tecido causada por uma obstrução vascular.
A trombose e o infarto podem ocorrer em qualquer órgão, porém, dada a importância da trombose coronariana, quando se diz simplesmente infarto subentende-se infarto do miocárdio.
Segundo Major, o primeiro autor a descrever a trombose da artéria coronária foi Hammer, em 1878. Dock, em 1896, empregou a expressão infarto agudo do coração e Osler, em 1910, referiu-se ao infarto agudo do miocárdio (acute infarct of myocardium).[10] Posteriormente, autores de língua inglesa passaram a usar myocardial infaiction.[11]
O termo enfarte é de uso bem antigo em português, porém sempre com o sentido de aumento de volume, enchimento, repleção, tumefação.
Veja-se, por exemplo, o que se encontra no Dicionário de Medicina Popular, de Chernoviz:
"Enfarte do baço - V. Hipertrofia".
"Enfarte do estômago - V. Embaraço do estômago".
"Enfarte do fígado - V. Hipertrofia".
"Enfarte do testículo - Inflamação crônica do testículo. V. orquite crônica".[12]
No passado usou-se enfarte do estômago como sinônimo de indigestão. A dificuldade no diagnóstico diferencial entre distúrbios gástricos e cardíacos, na era que antecedeu ao advento do eletrocardiografia, poderia, talvez, levar ao uso generalizado de enfarte para ambas as condições. No presente só se justifica o uso de enfarte e seus cognatos, como enfartar, enfartado, enfartamento, com o sentido de ingurgitamento, tumefação, aumento de volume, repleção. Ex.: enfartamento ganglionar; gânglios enfartados.
Os cardiologistas brasileiros têm demonstrado clara opção pela forma infarto para designar a necrose isquêmica do miocárdio, conforme se pode constatar nas publicações da especialidade.
As formas paralelas infarte e enfarte, por conseguinte, não têm razão de ser, e devem ser excluídas da linguagem médica.
Se tem uma coisa que eu adoro são discussões teóricas sobre física quântica. Já a apresentação matemática dos conceitos eu dispenso. A mecânica quântica gerou algumas questões interessantes sobre a realidade. De acordo com a imagem antiga, newtoniana, há apenas um universo, e o comportamento de qualquer coisa em um tempo futuro pode ser previsto com certeza, desde que se conheçam as condições prévias e as forças que agem sobre o objeto. A mecânica quântica mudou a imagem newtoniana de um modo revolucionário. Para ilustrar isso, considere uma experiência sobre o pensamento conhecido como "o gato de Schrödinger". Um gato é colocado em uma caixa fechada em que há um mecanismo capaz de liberar gás venenoso. O gás é liberado ou não é liberado, dependendo da ocorrência ou da não ocorrência de algum evento aleatório, como o decaimento espontâneo de um núcleo radioativo (os mais leigos me perdoem, mas não me prenderei a detalhes).
Qual é o estado do gato no final da experiência?
De acordo com o pensamento clássico, newtoniano, o gato está ou vivo ou morto - saber realmente se o gato está morto ou vivo não importa para o resultado. De acordo com a interpretação de Copenhagen (local onde ela foi feita) sobre a mecânica quântica, como há alguma possibilidade de o gato estar vivo ou morto, ele existe numa espécie de estado de limbo, e só se torna realmente vivo ou morto quando a caixa é aberta e o estado é revelado. Ou seja, pelo princípio de incerteza da física quântica, teriamos um gato morto-vivo! (Porque nunca colocaram isso em um filme de terror? É tão simples...)
Já na interpretação dos muitos mundos, no instante em que a caixa é aberta, o universo se divide em dois estados separados: em um deles, há o observador e há um gato vivo; e no outro há o observador e o gato morto!
Segundo o próprio Schrödinger, isso é uma loucura autêntica!
Discussões teóricas de física quântica são ou não são sensasionais?
Se você toma sorvete, iogurte ou come bolacha de morango, então, provavelmente,
você come inseto também. Biscoitos e sorvetes costumam conter corantes feitos com
certos insetos.
Seu nome científico é Dactylopius coccus, mas o inseto mexicano é popularmente conhecido
como cochonilha, criado em todo o mundo para gerar corante vermelho.
Para fazer meio quilo de corante são necessários 70 mil insetos esmagados e fervidos.
Ao mesmo tempo, as cochonilhas são combatidas nas plantações, pois são pragas,
especialmente das frutas cítricas, como a laranja e o limão.
Para saber se você come esse inseto, busque nas embalagens os nomes "vermelho 4",
"vermelho 3", "carmim", "cochineal", "corante natural de cochonilha", "corante C.I",
"corante ou colorizante E120", que são sinônimos do corante feito de cochonilha.
GRANDE COISA!
Qual é o espanto?
Considerando QUE...:
1. Leite é uma secreção
2. Quando você come um ovo, você está ingerindo a célula reprodutiva de um animal
3. Comer carne significa comer um defunto (ainda bem, né? Já pensou comer o bicho vivo?)
4. Patê de fígado de qualquer coisa implica comer.... o fígado.... de qualquer coisa (no caso do ganso,
por exemplo, ainda tem o "plus" da tortura pela qual o animal tem de passar em sua breve vida)
5. O que dá o gostinho todo especial na mortadela é justamente o fato dela ser pútrida
6. Vitela é feto de vaca
7. Linguiça é "embalada" em tripas de porco
8. Camarão é necrófago por natureza (assim como nós)
9. Mel é vomitado de abelha
10. Até hoje não se sabe direito do que a Coca-Cola é feita
....huuummm...o que são setenta mil insetos a mais ou a menos nessa dieta tão rica e variada?
Lesões corticais parietais podem provocar um distúrbio chamado de síndrome da negligência, na qual uma parte do corpo, ou mesmo uma "parte do mundo" (todo o campo visual à esquerda do centro, por exemplo), é ignorada ou suprimida, além de negada sua própria existência. O neurologista Oliver Sacks descreveu um paciente assim em seu ensaio "O homem que Caiu da Cama". Depois de sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral) que supostamente lesionou seu córtex, o homem passou a insistir que alguém estava fazendo uma brincareira macabra com ele, escondendo uma perna amputada embaixo de seu cobertor. Quando ele tentava "remover a perna estranha" de sua cama, ambos terminavam no chão. É claro que a perna em questão era a sua própria perna, ainda "conectada", porém ele era incapaz de reconhece-la como parte de seu corpo. Um paciente com síndrome de negligência pode ignorar a comida em metade de seu prato ou tentar vestir apenas um lado de seu corpo. Síndromes como essa são mais freqüentes no hemisfério direito e, felizmente, em geral melhoram ou desaparecem com o devido tratamento.
Se você gosta de comida picante é bom saber que, nela, o ingrediente ativo é a capsaicina, cujo efeito deve-se à liberação da substância P, sensibilizador de certos nociceptores (receptores de estímulos nocivos) na boca. Se você aprecia comidas picantes, deve cuidar para evitar a dor que surge ao esfregar os olhos com dedos impregnados por pimenta malagueta (ou seja, cobertos com capsaicina). Ironicamente, quando aplicada em grandes quantidades, a capsaicina pode causar analgesia, a ausência de dor, pois esgota a substância P dos terminais nervosos.
- Pinça Anatômica de Dissecção: R$ 9,00... Caixa de luvas de látex: R$ 12,90... Livro de Anatomia orientada para a clínica do Moore: R$ 225,60... Atlas de Anatomia Humana do Netter: R$ 264,40... Fazer Medicina na Universidade Federal de Goiás: Não tem preço!
Bom dia pessoas...Hoje eu estou muuuuito triste...Recebi logo cedo uma notícia muito ruim... Estou voltanto às pressas pra minha casa... Assim que der eu posto de novo...