Meu perfil
BRASIL, Centro-Oeste, GOIANIA, Mulher, de 20 a 25 anos, English, Italian, Animais, Cinema e vídeo
MSN -


Histórico:

- 15/08/2004 a 21/08/2004
- 01/08/2004 a 07/08/2004
- 25/07/2004 a 31/07/2004
- 18/07/2004 a 24/07/2004



Outros sites:

- UOL - O melhor conteúdo
- BOL - E-mail grátis
- Fotolog da Kals
- Fotolog da Heleonora
- Fotolog do Rafa
- Fotolog da Schelin
- PRISSA - LOKAS S/A
- Fotolog do Felipe Jovani
- Blog do Ro


Votação:

- Dê uma nota para meu blog

Indique esse Blog


Contador:

Layout:

Templates by Marina
Visitantes, notaram que este bloguinho é um tanto enamorado, né?! Pois é...eu AAAAAMMMMOOO Meu Amor e este bloguinho é todinho dedicado a ele!!!



Lei de Murphy no.01: Você vai cair da passarela no meio do desfile

Não sei se comentei mas, faço trabalhos como modelo nas horas vagas. Volta e meia lá estou eu em cima de uma passarela, lançando roupas que eu de vez em quando contesto se são "fashion" ou "fashion os olhos". Esse final de semana teve desfile, e como esse povo gosta de inventar, armaram do desfile ser em cima de uma rampa feita de pedra. Estava chovendo, e pra melhorar a situação uma das roupas que eu tinha que usar tinha uma sandália japonesa, dessas que tem duas ripas de madeira como sola. Lá estava eu, tentando me equilibrar e manter a pose, quando pisei numa pequenina folha no meio da rampa. Pronto. Lá se foi a modelo ladeira a baixo, como um tobogã. Tentando não perder (ainda mais) a pose, rapidamente me levantei. Toda feia, borrada, torta e manca, cheguei no camarim roxa de vergonha, com a platéia toda aplaudindo de pé. Ah, se eu tivessem filmado isso... ganhavam uma grana mandando pro Faustão!

- Prescrito por: Dra.Kals às 19h29
[ ] [ Gostou?? Manda pra alguém!!! ]

___________________________________________________




Leis de Murphy - Porque se alguma coisa tiver que dar errado, ela vai!!!

- Prescrito por: Dra.Kals às 19h24
[ ] [ Gostou?? Manda pra alguém!!! ]

___________________________________________________




Uma empregada nova começou a trabalhar aqui em casa quinta. No primeiro dia correu tudo bem, mas hoje quando minha mãe chegou do trabalho encontrou a casa numa zona pandemônica. Achou logo que a "Zilá" tinha passado o dia na moleza. Quando minha mãe chegou na área de serviço, deparou-se com a seguinte cena: o gato parado, rosnando para a empregada e ela em pé em cima do tanque. - Fulana, o que você tá fazendo aí? - Ai, patroa, socorro! Desde as 11 da manhã esse bicho do demo tá aí rosnando pra mim e não deixa eu descer daqui! Eu fiquei o dia inteiro presa aqui e nem almocei ainda! - Mas minha filha, por que você não deu uma vassourada nele? - Ele tava me ameaçando! A partir de hoje o gato fica amarrado na corrente. Quando eu falo que eu tenho um gato com problemas de identidade ninguém acredita...

- Prescrito por: Dra.Kals às 00h03
[ ] [ Gostou?? Manda pra alguém!!! ]

___________________________________________________




LINGUAGEM MÉDICA - INFARTO, ENFARTE

Embora de uso corrente, sobretudo fora dos meios acadêmicos, enfarte não é o mesmo que infarto. Idel Becker e Mangabeira Albernaz, ambos médicos e filólogos, estudaram detidamente esta questão e concluiram pelo que acabamos de afirmar.[1][2] O termo infarto já existia na língua portuguesa muito antes de enfarte, constando dos dicionários de Domingos Vieira[3] e de Correia de Lacerda [4]. Somente a partir de 1881, com a publicação do dicionário de Caldas Aulete [5] começa a aparecer a forma enfarte com o mesmo sentido de infarto. Infarto vem do latim infarctus e não de fartar ou enfartar, como entendem alguns autores. Pedro Pinto, que grafa enfarto em lugar de infarto, diz: "É errônea a terminação e adotada a conta de étimo fantástico. Não se liga ao verbo enfartar e sim ao latim infarctus".[6] Dentre os léxicos brasileiros, um dos poucos que define corretamente enfarte e infarto é o de Silveira Bueno. Nele encontramos: "ENFARTE - s.m. Engorgitamento, repleção excessiva". "INFARTO - s.m.. Área necrosada de um tecido por falta de circulação".[7] Também o Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, editado pelo Ministério da Educação, esclarece suficientemente a questão. Lê-se no citado dicionário: "ENFARTE, s.m. Ingurgitamento; inchação, o mesmo que enfartação e enfartamento; (Med.) divulgou-se amplamente essa designação para mencionar a necrose em conseqüência de supressão da circulação de um território vascular, que mais propriamente se deverá dizer infarto". "INFARTO, s.m. (Med.) Área hemorrágica ou necrótica por falta de circulação. Embora o Vocabulário da Academia Brasileira de Letras consigne somente enfarte, é de se adotar para este sentido exclusivamente a forma infarto, que corresponde exatamente ao quadro histopatológico que se quer designar, ao passo que enfarte significa ingurgitamento, inchação".[8] Quando o latim era a língua adotada em textos científicos, o termo infarctus designava uma consolidação de humores em uma parte do corpo.[9] Foi somente após os trabalhos de Virchow sobre trombose e embolia (1856) que infarto passou a ser empregado para caracterizar a lesão necrótica do tecido causada por uma obstrução vascular. A trombose e o infarto podem ocorrer em qualquer órgão, porém, dada a importância da trombose coronariana, quando se diz simplesmente infarto subentende-se infarto do miocárdio. Segundo Major, o primeiro autor a descrever a trombose da artéria coronária foi Hammer, em 1878. Dock, em 1896, empregou a expressão infarto agudo do coração e Osler, em 1910, referiu-se ao infarto agudo do miocárdio (acute infarct of myocardium).[10] Posteriormente, autores de língua inglesa passaram a usar myocardial infaiction.[11] O termo enfarte é de uso bem antigo em português, porém sempre com o sentido de aumento de volume, enchimento, repleção, tumefação. Veja-se, por exemplo, o que se encontra no Dicionário de Medicina Popular, de Chernoviz: "Enfarte do baço - V. Hipertrofia". "Enfarte do estômago - V. Embaraço do estômago". "Enfarte do fígado - V. Hipertrofia". "Enfarte do testículo - Inflamação crônica do testículo. V. orquite crônica".[12] No passado usou-se enfarte do estômago como sinônimo de indigestão. A dificuldade no diagnóstico diferencial entre distúrbios gástricos e cardíacos, na era que antecedeu ao advento do eletrocardiografia, poderia, talvez, levar ao uso generalizado de enfarte para ambas as condições. No presente só se justifica o uso de enfarte e seus cognatos, como enfartar, enfartado, enfartamento, com o sentido de ingurgitamento, tumefação, aumento de volume, repleção. Ex.: enfartamento ganglionar; gânglios enfartados. Os cardiologistas brasileiros têm demonstrado clara opção pela forma infarto para designar a necrose isquêmica do miocárdio, conforme se pode constatar nas publicações da especialidade. As formas paralelas infarte e enfarte, por conseguinte, não têm razão de ser, e devem ser excluídas da linguagem médica.

- Prescrito por: Dra.Kals às 23h43
[ ] [ Gostou?? Manda pra alguém!!! ]

___________________________________________________




O gato (morto-vivo) de Schrödinger

Se tem uma coisa que eu adoro são discussões teóricas sobre física quântica. Já a apresentação matemática dos conceitos eu dispenso. A mecânica quântica gerou algumas questões interessantes sobre a realidade. De acordo com a imagem antiga, newtoniana, há apenas um universo, e o comportamento de qualquer coisa em um tempo futuro pode ser previsto com certeza, desde que se conheçam as condições prévias e as forças que agem sobre o objeto. A mecânica quântica mudou a imagem newtoniana de um modo revolucionário. Para ilustrar isso, considere uma experiência sobre o pensamento conhecido como "o gato de Schrödinger". Um gato é colocado em uma caixa fechada em que há um mecanismo capaz de liberar gás venenoso. O gás é liberado ou não é liberado, dependendo da ocorrência ou da não ocorrência de algum evento aleatório, como o decaimento espontâneo de um núcleo radioativo (os mais leigos me perdoem, mas não me prenderei a detalhes). Qual é o estado do gato no final da experiência? De acordo com o pensamento clássico, newtoniano, o gato está ou vivo ou morto - saber realmente se o gato está morto ou vivo não importa para o resultado. De acordo com a interpretação de Copenhagen (local onde ela foi feita) sobre a mecânica quântica, como há alguma possibilidade de o gato estar vivo ou morto, ele existe numa espécie de estado de limbo, e só se torna realmente vivo ou morto quando a caixa é aberta e o estado é revelado. Ou seja, pelo princípio de incerteza da física quântica, teriamos um gato morto-vivo! (Porque nunca colocaram isso em um filme de terror? É tão simples...) Já na interpretação dos muitos mundos, no instante em que a caixa é aberta, o universo se divide em dois estados separados: em um deles, há o observador e há um gato vivo; e no outro há o observador e o gato morto! Segundo o próprio Schrödinger, isso é uma loucura autêntica! Discussões teóricas de física quântica são ou não são sensasionais?

- Prescrito por: Dra.Kals às 11h17
[ ] [ Gostou?? Manda pra alguém!!! ]

___________________________________________________